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12/10/2018

Outubro Rosa: E a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama


Quando outubro chega, a cor rosa ganha um significado especial. Afinal, é a cor escolhida para representar o mês da conscientização do câncer de mama.
De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (2018), o câncer de mama é o segundo tipo mais incidente nas mulheres, perdendo apenas para os casos de pele não melanoma. Além disso, é o quinto maior causador de morte por câncer em geral e o principal causador de morte por câncer entre o público feminino.



Tratando-se de uma doença que atinge tantas pessoas, é comum nos lembrarmos de alguém que tenha recebido o diagnóstico, seja em nossa família, no trabalho, no grupo de amigos ou de conhecidos. Talvez você mesma tenha passado ou esteja passando por tal situação.
Dar ênfase à prevenção e ao diagnóstico precoce da doença é indiscutivelmente necessário. No entanto, em um País onde muitas mulheres recebem a notícia anualmente, se torna essencial falar sobre os aspectos psicológicos que permeiam a vida daquelas que convivem com a patologia e precisam lidar com as consequências do adoecimento.
Apesar de ser uma experiência vivenciada de maneira singular por cada uma, costuma despertar sentimentos de raiva e de medo nas pacientes. A pessoa diagnosticada e seus familiares podem passar por períodos de sofrimento, angústia e ansiedade.
Ademais, o impacto emocional causado pela patologia possui características particulares, na medida em que é capaz de comprometer o reconhecimento da própria identidade da mulher, dado que em nossa sociedade a mama é um forte símbolo feminino.
Por motivos como os descritos acima, é importante que, quando desejar, a paciente busque auxílio psicológico, seja por meio de acompanhamento individual ou de grupos de ajuda mútua – espaços criados por profissionais de saúde ou pelas próprias pacientes, onde pessoas que receberam diagnósticos semelhantes possuem a oportunidade de se conhecer e compartilhar experiências.
Tão importante quanto pensar sobre o caminho a ser percorrido, é pensar sobre o modo como desejamos percorrê-lo. Quando falamos sobre o câncer de mama, estamos falando sobre a luta de milhares de pacientes e famílias, condição que nos indica que ele não precisa ser trilhado sozinho!

Por:Caroline Lavecchia Silva

05/10/2018

RODA DE CONVERSA



Em parceria com o CETEP - Centro Técnico De Educação Profissional de Ipiaú - Bahia os Psicólogos Grisiela, Rita Jánuario, Eva Rocha, Jhéssica Lopes e Matheus Silva participam com o projeto Multifacespsi, estará construindo pontes entre a Psicologia e  a Educação.  Nosso encontro será no CETEP, na coordenação da Prof.a. Mariana e alunos. Acontecerá no dia 06/10/2018 as 8h 30 da manhã.



Fonte: Blogger multifaces psi 

04/10/2018

Proposta estabelece presença obrigatória de psicólogo em escolas brasileiras

Resultado de imagem para escolas municipais

A proposta de tornar obrigatória a presença de psicólogos em ambientes escolares SUG 21/2018 tramita na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), onde é relatada pela senadora Regina Sousa (PT-PI).
A ideia foi proposta  pelo psicólogo Vitor Tadeu Epiphanio, de São Paulo, ao portal e-Cidadania do Senado. Em pouco mais de um mês, já contava com 20 mil votos favoráveis de internautas, quantidade necessária para se tornar uma sugestão legislativa e ser analisada pela Casa.
Epiphanio afirma que a psicologia pode contribuir com a educação em seus mais diversos níveis, tanto na prevenção e tratamento de questões envolvidas no processo de ensino-aprendizagem, quanto nas questões relacionadas à convivência e ao desenvolvimento no ambiente escolar.
“Com a presença de profissionais da psicologia nas escolas públicas será possível trabalhar questões sociais e emocionais que afetam diretamente o processo de aprendizagem e de convívio escolar, fator esse relacionado diretamente com a violência social e o desenvolvimento social”, justifica.
Se for aprovada na CDH, a proposta passará a tramitar como projeto de lei. A sugestão também está disponível para votação na Consulta Pública do e-Cidadania. Além de opinar sobre os projetos em tramitação na Casa e as ideias propostas no portal, qualquer cidadão pode enviar uma ideia legislativa ao site, como fez Epiphano.
Debate antigo
A presença de psicólogos no ambiente escolar já é tema de projetos lei em tramitação na Casa. O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 76/2011 determina tanto o acompanhamento dos alunos por psicólogos, quanto dos professores. O texto original, de 2006, é da deputada licenciada Raquel Teixeira e já foi aprovado na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) e na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).
A proposta tramitava em conjunto com o PLS 557/2013, texto oriundo do Projeto Jovem Senador, que também previa o atendimento psicológico ou psicopedagógico para estudantes e profissionais da educação. Na CE, a relatora, senadora Marta Suplicy (MDB-SP), votou pela prejudicialidade da matéria em favor da tramitação do projeto da Câmara, aprovado na forma de um substitutivo na comissão.
O texto de Marta define que a oferta de apoio e acompanhamento psicológico será feita de forma individual ou coletiva e deverá ser prestada por um profissional de psicologia habilitado ou por uma equipe multidisciplinar com pelo menos um psicólogo.
A proposta chegou a ficar pronta para a deliberação em Plenário, mas foi encaminhada para a análise da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), por requerimento do senador Romero Jucá (MDB-RR). Na CAE, o projeto é relatado pelo senador Cristovam Buarque (PPS-DF), que ainda não apresentou seu relatório.
Caso seja aprovado na CAE e não houver recurso para votação em Plenário, o texto retornará a Câmara dos Deputados, pois passou por modificações no Senado.

Fonte: Senado Federal.