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13/02/2025

FEVEREIRO ROXO? O QUE É ISSO?


Qual é a importância do Fevereiro Roxo?


Como você pode perceber o Lúpus, a Fibromialgia e a doença de Alzheimer são três condições bem diferentes entre si, mas apresentam um ponto em comum: são incuráveis. Assim sendo, todas devem ser identificadas nos estágios iniciais para que seus sintomas sejam controlados ou retardados.

O Fevereiro Roxo é uma campanha de conscientização promovida para incentivar o diagnóstico precoce. O objetivo é permitir que os pacientes tenham uma maior qualidade de vida mesmo convivendo com alguma dessas condições. Além disso, todas as três doenças apresentam sintomas iniciais que são relativamente inofensivos. Na maioria dos casos, o único sinal visível do Lúpus é a vermelhidão na pele, por exemplo.

O problema é ainda maior com a Fibromialgia, pois a fadiga e os problemas relacionados ao sono quase sempre são atribuídos ao estresse do dia a dia. Mesmo quando o paciente procura por um médico, muitas vezes acaba recebendo somente tratamentos para o cansaço, como suplementos vitamínicos, recomendação de se exercitar mais etc.

Quanto ao Alzheimer, a confusão mental e a perda da memória geralmente são atribuídas à idade avançada. Mas é importante lembrar que, na velhice saudável, o normal é a pessoa se esquecer de fatos triviais, mas continuar com aqueles que são marcantes na memória. Já o paciente com Alzheimer pode se lembrar de acontecimentos banais de sua infância e juventude, mas se esquecer de episódios importantes do último ano.

Quando o Fevereiro Roxo foi criado?

A campanha do Fevereiro Roxo foi criada em 2014, na cidade de Uberlândia (Minas Gerais). Seu lema é: “se não houver cura, que ao menos haja conforto”, aludindo à importância de proporcionar bem-estar aos portadores de doenças crônicas. Não existe um calendário oficial de conscientização. O trabalho geralmente é feito por ONGs e, muitas vezes, apoiado por prefeituras e governos estaduais, que promovem palestras, ações de informação sobre as doenças e até mutirões de saúde.
Essas medidas são importantes porque, além de darem visibilidade às doenças e a seus sintomas, incentivam que aqueles que suspeitam de algum problema procurem por um diagnóstico. O uso de lacinhos coloridos, inspirado nas ações de conscientização do câncer de mama, é uma forma alegre e de forte apelo visual para chamar atenção sobre a importância de conhecer e diagnosticar tais quadros.
Como as campanhas não são unificadas, em fevereiro também há a promoção da conscientização sobre a leucemia, o tipo mais comum de câncer, e a importância de se cadastrar como doador de medula óssea. Essa ação é chamada de Fevereiro Laranja.
Lembre-se: entender as questões relacionadas a doenças graves é importante para cuidar da sua saúde e ajudar a conscientizar as pessoas que você conhece.
E então, gostou deste artigo? Agora que você já sabe tudo sobre o Fevereiro Roxo, compartilhe nosso conteúdo nas redes sociais e ajude a levar informação para seus amigos!

06/05/2023

PROVAVELMENTE, o seu filho precisa de ajuda e você nem sabe, venha conhecer


Recentemente, os Jornais tem exibido reportagens sobre uma questão muito atual e preocupante: a saúde mental dos adolescentes.
As estatísticas apontam números assustadores. De acordo com Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), 10 a 20% dos adolescentes em todo mundo apresentam algum tipo de transtorno mental.
Transtorno obsessivo-compulsivo, transtorno bipolar, ansiedade, depressão, déficit de atenção, hiperatividade, transtornos alimentares, bulimia e anorexia são os mais comuns.
Ainda segundo dados da OPAS, o suicídio está entre as principais causas de morte de adolescentes entre 15 e 19 anos.

Fatores de riscos e sintomas

De acordo com o Manual MSD –  que reúne informações médicas usadas em todo mundo, assim como os adultos, “crianças e adolescentes têm temperamento variável. Alguns são tímidos e reticentes; outros são socialmente exuberantes. Alguns são metódicos e cautelosos; outros são impulsivos e descuidados. Pode-se notar se uma criança tem o comportamento típico de uma criança ou se tem um distúrbio pela presença de debilidades relacionadas com os sintomas. Por exemplo, uma menina de 12 anos pode estar receosa com a expectativa de apresentar um trabalho escolar para sua classe. Esse receio só pode ser visto como um transtorno de ansiedade social se seus medos são graves o bastante para causar aflição e evitação significativas”.

Contudo, existem muitos fatores que podem contribuir para que o adolescente desenvolva algum tipo de transtorno mental.   Ambiente familiar conturbado, pais ausentes, perda de um ente querido, violência doméstica, abuso sexual, bullying, discriminação e excesso de uso de tecnologias –  que causa isolamento e solidão – são alguns deles.

Por isso, é importante saber identificar os sintomas apresentados por um adolescente portador de algum tipo de transtorno mental. Conheça alguns deles:

Tristeza frequente

Desinteresse pelas atividades cotidianas

Fadiga

Alteração de sono

Irritabilidade

Medo irracional

Sensação de agitação

Pensamentos negativos constantes

Isolamento

Automutilação 


O que fazer quando um aluno está se automutilando?

A instituição precisa estar atenta aos possíveis sinais – como blusas de frio em altas temperaturas, isolamento, sintomas de baixa auto-estima ou depressão, uma vez identificado um caso, chamar aluno e responsáveis para conversar. “Muitas vezes, os familiares acabam não percebendo isso dentro de casa, o que pode acabar agravando o quadro na medida em que o tempo passa. Muitos acham que usar roupas de mangas longas, se isolar, ou ficar deprimido é ‘coisa de adolescente’ ou ‘modinha’, mas não é”.

Na hora de conversa com o estudante que se automutila, é necessário ter uma atitude acolhedora, sem julgamentos, se mostrar disposto a ouvi-lo e tentar entender. “Às vezes, o sofrimento está associado à uma dificuldade dele na escola, como não conseguir passar de ano, e uma conversa franca pode diminuir a tensão”. A atitude acolhedora também vale para os pais que, geralmente, não sabem como reagir à situação.

A escola/família também pode sugerir que o jovem seja encaminhado a um especialista - psicólogo ou psiquiatra - para análise do caso e, se necessário, iniciar um tratamento até que o quadro seja estabilizado.

A escola deve trabalhar o tema, mesmo sem identificar um caso de automutilação?

Sim. A abordagem na escola tem que começar antes do problema. “Muitos dos adolescentes que eu recebo no ambulatório sofreram bullying por muito tempo. Por isso, é fundamental realizar um trabalho antibullying e atividades que melhorem a autoestima, desenvolvendo habilidades para expor ideias e lidar com as diversidades e adversidades". Essas atividades melhoram a capacidade de expressão e o sentimento de pertencimento dos estudantes durante essa fase da vida.



Se prescisar de ajuda, busque. A ajuda ajuda de um profissional especializado é importante.  

26/04/2023

Depressão Mal Silencioso

Depressão Mal Silencioso

Hoje, outro problema extremamente grave de saúde pública vive a cegueira do tabu e o resultado disso é o aumento das suas vítimas: a depressão – causa primordial dos suicídios ao redor do mundo. Doenças graves já foram amplamente combatidas quando a sociedade começou a eliminar os estereótipos e destruir os tabus que as cercavam, como o câncer e a AIDS, por exemplo. Pelos números oficiais, são 32 brasileiros mortos por dia. Essa taxa é superior às vítimas da AIDS e da maioria dos tipos de câncer.
Esse mal é silencioso, cruel e pode evoluir extremamente rápido se não for combatido.
As pessoas fogem do assunto e a diferença entre os casos de suicídio entre homens e mulheres pode ser, muitas vezes, explicado pelo medo ou desconhecimento, pela vergonha de discutir o tema, de admitir a tristeza, de aceitar o tratamento. Para entender como ela funciona, e salvar mais vidas, é preciso apontar os sinais e reforçar que você não é fraco por ter depressão, não é covarde e nem menos homem por se sentir assim.

Você precisa aceitar essa condição e procurar ajuda, assim como faria com qualquer outra doença diagnosticada. A depressão pode se manifestar de várias formas diferentes mas, antes de entrarmos nos sintomas, é preciso entender o que é a doença: esse distúrbio de humor leva à persistente sensação de tristeza e perda de interesse.
Muitas vezes, sua causa está em um desequilíbrio químico do cérebro que pode ser explicada por algum fator traumático ou simplesmente por uma predisposição genética.
Há uma série de evidências que mostram as alterações químicas no cérebro de quem está com depressão, principalmente relacionadas aos neurotransmissores – como a serotonina, noradrenalina e, em menor proporção, dopamina.
Ou seja: a depressão é um quadro clínico que exige tratamento e, na maioria das vezes, exige medicação controlada. Há um distúrbio acontecendo no seu cérebro, um problema grave que está impedindo o seu corpo de funcionar como deveria e, por isso, ele precisa ser tratado.

Os sintomas podem variar e cada pessoa pode manifestar a depressão de uma maneira diferente.
Por isso, é importante ficar atendo aos sintomas principais e prestar atenção nas variações de humor e de comportamento!

Veja quais são eles:

Humor depressivo ou irritabilidade, ansiedade e angústia; Desânimo, cansaço fácil, necessidade de maior esforço para fazer as coisas; Diminuição ou incapacidade de sentir alegria e prazer em atividades anteriormente consideradas agradáveis; Desinteresse, falta de motivação e apatia; Falta de vontade e indecisão; Sentimentos de medo, insegurança, desesperança, desespero, desamparo e vazio; Pessimismo, ideias frequentes e desproporcionais de culpa, baixa autoestima, sensação de falta de sentido na vida, inutilidade, ruína, fracasso, doença ou morte; A pessoa pode desejar morrer, planejar uma forma de morrer ou tentar suicídio; Interpretação distorcida e negativa da realidade: tudo é visto sob a ótica depressiva, um tom “cinzento” para si, os outros e o seu mundo; Dificuldade de concentração, raciocínio mais lento e esquecimento; Diminuição do desempenho sexual (pode até manter atividade sexual, mas sem a conotação prazerosa habitual) e da libido; Perda ou aumento do apetite e do peso; Insônia (dificuldade de conciliar o sono, múltiplos despertares ou sensação de sono muito superficial), despertar matinal precoce (geralmente duas horas antes do horário habitual) ou, menos frequentemente, aumento do sono (dorme demais e mesmo assim fica com sono a maior parte do tempo); Dores e outros sintomas físicos não justificados por problemas médicos, como dores de barriga, má digestão, azia, diarreia, constipação, flatulência, tensão na nuca e nos ombros, dor de cabeça ou no corpo, sensação de corpo pesado ou de pressão no peito, entre outros.
Caso tenha algum sintoma destes acima citados, procure ajuda profisional. A depressão é traiçoeira e cruel, ela pode te perseguir em silêncio e consumir sua energia. 

A terapia pode ajuda-la (o) a descobrir novas maneiras de lidar com situações desafiadoras, não sofra calada (o), busque ajuda profissional. 
Agende a sua consulta!

Contato via Whatsapp (73) 9 8817-7680 ou no link: https://bityli.com/KzV9Nf
Você não precisa passar por isso sozinho!